Canto do Vladimir


Se der, vou declamar na cerimônia daqui a pouco... Brrrr

 

 

Vinte e quatro de janeiro

(Vladimir Batista – 24-Jan-2009)

 

Nem carecia de festa

Podia ser uma seresta

Uma pequena serenata

Eu e um violão sem corda

Com um cãozinho vira-lata

Uivando à sua porta

 

Nem precisava de valsa

Só do luar que realça

Sua silhueta mignon

Pois bailar sem melodia

Seria igualmente bom

A gente é que faz a magia

 

Não precisava de salão

Nem precisava de decoração

Não carecia de prataria

Nem carecia de marcar um dia

Não precisava de DJ

Não precisava de... nem-sei

Não precisava de buffet

Só preciso de você

 

Não carecia de filmagem

Bastava eu ver a imagem

Dos seus olhos sorridentes

A centímetros dos meus

Curtindo juntos o que à frente

O destino nos prometeu

 

Nem precisava de benção

Só precisava de um lenço

Pra secar nossos olhos

Da emoção de descobrir

Que quem nos benze, sem óleos

É a jornada do porvir

 

Não precisava de salão

Nem precisava de decoração

Não carecia de prataria

Nem carecia de marcar um dia

Não precisava de DJ

Não precisava de... nem-sei

Não precisava de buffet

Só preciso de você

 

Mas já que estamos cá nesse pique

E essa festança está muito chique

Vamos juntos comemorar forte

Com nossos amigos, nossa sorte

Abolimos a tristeza por inteiro

Preocupações não mais nos comovem

Pois, amor, hoje é 24 de janeiro

Do NOSSO ano de 2009



 Escrito por Vladimir às 16h37
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CD do Casório

 

Finalmente eu e a Viviane definimos os sons que estão no CD que daremos de presente aos convidados do nosso casório. Couberam vinte e um! Reunimos músicas representativas do nosso amor, outras de ídolos, sons bem agitados, dançantes, letras com mensagens que tem tudo a ver com a gente, entre outras. Confiram:

 

1) Telegrama – Zeca Baleiro. Adoro essa música que tem tudo a ver com eu e a Viviane. Eu também "tava triste, tristinho, quando eu recebi um telegrama" (no meu caso, um comentário no blog) que me fez sentir feliz, muito feliz...

2) Cheek to cheek – Fred Astaire. Essa é a NOSSA música! Deu até vontade de dançar coladinho com a minha Pulguinha agora!

3) I’ve got you under my skin – Frank Sinatra. A Viviane ama essa música. E a mensagem romântica é tudo!

4) Open your eyes – Snow Patrol. Como o clipe dessa canção se passa nas ruas de Paris, toda vez que a ouvimos, nos lembramos da nossa viagem à Europa. Ah, Paris...

5) As a child – Suzanne Vega. Sou fã dessa cantora novaiorquina há mais de duas décadas. Escolhi uma para iniciarmos um trecho mais melódico, privilegiando um rock mais animado.

6) Whistle for the choir - The Fratellis. Esse sucesso dessa banda britânica foi a minha música favorita de 2007, bem gostosa.

7) Underwater love – Faith No More. Tanto eu como a Viviane éramos fãs dessa banda de rock nos anos 90. Escolhi uma mais light e com o sugestivo título de Amor embaixo d’água.

8) La la love you – Pixies. Outra banda de rock que nós dois gostávamos nos anos 90. E, novamente, o título dessa divertida canção diz tudo.

9) Her day will come – Mallu Magalhães. A minha canção favorita de 2008, dessa revelação adolescente. É irresistível cantarolar junto!

10) Billie Jean – Michael Jackson. Escolhi uma básica do MJ, que já dancei muito em festas.

11) Ain’t no other man – Christina Aguilera. Esse funk às antigas, a minha canção favorita de 2006, abre o trecho mais agitado da seleção

12) Put your hands on me – Joss Stone. Combinando com a anterior, um batidão da Joss, que fez um dos melhores shows que eu e a Viviane fomos juntos.

13) When I see you – Macy Gray. Quis colocar várias canções agitadas das melhores cantoras de soul da década. Só não consegui encaixar na seleção a Amy Winehouse, pois títulos como Love Is A Losing Game não combina com casamento, né?

14) My Humps – Black Eyed Peas. Além de ser uma das favoritas da Viviane, lembra um dos nossos primeiros encontros, no reveillon em que o BEP tocou em Ipanema.

15) Grooves in the Heart – DeLite. Mais uma das prediletas da Viviane, abrindo um trecho de flash back dançante.

16) Dancing Queen – ABBA. Mais uma que a Viviane ama! E eu também gostcho muito!

17) That’s the way (I like it) - KC and the Sunshine Band. Selecionei essa da DISCO, que é bem pra cima, pra agitar o CD.

18) Stayin’ Alive – Bee Gees. Mais uma escolha da Viviane. Clássicos dos anos 70 é que não faltaram!

19) Ring my bell – Pato Fu. Eu e a Viviane queríamos uma do Pato Fu, que apreciamos. Acabamos escolhendo essa versão da DISCO, para combinar com o CD.

20) Rock this party (Everybody Dance Now) – Bob Sinclair. Para fechar o trecho dançante, mais uma das favoritas da Viviane, essa moderna. Acabou virando uma de NOSSAS músicas também.

21) Mark on the bus – Beastie Boys. Essa é só uma vinheta de alguns segundos, para completar o tempo disponível do CD. Foi para não dizer que não coloquei nada do Beastie Boys, uma de minhas bandas favoritas.

 

Espero que nossos amigos ouçam e, é claro, gostem!



 Escrito por Vladimir às 23h31
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Beijos



 Escrito por Vladimir às 19h00
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Benjamin Button e a "Janela de Oportunidade"

 

Hoje eu estava vendo uma série na TV que se referiu ao termo janela de oportunidade. Usamos muito isso no mundo dos negócios, para se referir ao momento certo de arriscar e fechar uma venda, ou algo assim.

 

Quando ouvi, lembrei na hora do filme que vi ontem, O Curioso Caso de Benjamin Button, sobre o cara (Brad Pitt) que nasce velho e vai ficando mais jovem com o tempo. Os efeitos de computador e maquiagem para mostrar o ator com várias idades são tão impressionantes que já valeria o filme. Mas a película como um todo é nada menos que maravilhosa! Os outros oscarizáveis vão ter de se esforçar muito pra tirar a minha torcida pela saga de David Fincher.

 

Lembra muito Forrest Gump (é do mesmo roteirista), pois não deixa de ser a vida de um cara meio estranho pelos eventos do século XX, e os desencontros dele com seu grande amor. A janela de oportunidade de Benjamin Button é justamente a possibilidade dele poder vivenciar plenamente seu afeto por Daisy (Cate Blanchett). Quando os dois se conhecem, ele parece um idoso e ela, uma criança. A diferença aparente da idade e outros eventos adiam por vezes a concretização do romance. Será que as vidas dos dois vão se encontrar no curto período em que a janela de oportunidade se abre, ou seja, quando suas idades estão compatíveis? Esse é o grande tema do filme.

 

Eu me emocionei muito, principalmente porque me dei conta que este meu momento, em que vou me casar com meu amor, é consequência de eu e a Viviane, meio sem querer, termos visto a janela da oportunidade aberta e resolvemos dar uma espiada para ver qual é. Se tivéssemos nos reencontrado alguns meses antes, ou anos antes, não estaríamos disponíveis ou estaríamos em momentos turbulentos, e talvez nada teria acontecido. O mesmo se tivéssemos ficado juntos na faculdade, com nossas absolutas faltas de maturidade.

 

O reencontro há dois anos e, em menos de uma semana, o nosso casamento, estão acontecendo na época certa, no ano certo, no minuto certo, no segundo certo. Um verdadeiro milagre de aproveitamento da tal janela de oportunidade. Com a diferença que, ao contrário da saga emocionante de Benjamin Button, tenho certeza que, no futuro, a Viviane velhinha vai continuar sendo amada com paixão por um Vladimir também bem velhinho.



 Escrito por Vladimir às 19h02
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Cenas românticas de cinema

Acabou que não deu certo umas das coisinhas que eu e a Viviane queríamos ter no nosso casório. Pensamos em um telão alternando fotos de nós dois com cenas românticas de cinema (principalmente, cenas de beijos). O problema é que tínhamos poucas fotos nossas com qualidade razoável pra passar no telão. Pena.

 

Mas cheguei a criar uma lista inicial de cenas românticas de cinema, segue abaixo:

 

 

 

1. Novela Final Feliz:

Abertura da telenovela dos anos 80 com várias cenas de beijos em filmes clássicos, como Casablanca, A um Passo da Eternidade, entre outros.

2. Filme Cinema Paradiso:

- Sequência semelhante no filme Cinema Paradiso, quando Salvatore vê uma montagem com várias cenas de beijos (e outras) cortadas dos filmes originais;

- A cena do beijo do mesmo filme.

3. Filme O Picolino (Top Hat):

- Fred Astaire e Ginger Rogers dançando ao som de Cheek to Cheek (Heaven).

4. Filme Vamos Dançar? (Shall We Dance?):

- Cena “You say Tomato, I say Tomahto”, com Fred Astaire e Ginger Rogers cantando Let's Call The Whole Thing Off;

- Continuação da cena anterior com o casal bailando de patins.

5. Filme Ritmo Louco (Swing Time):

- Cena do beijo de Fred Astaire e Ginger Rogers que não vemos;

- Número Never Gonna Dance.

6. Filme Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças:

- Cena de Joel (Jim Carrey) e Clementine (Kate Winslet) deitados no lago congelado;

- Cena final a partir de Joel dizendo a Clementine “Okay” até eles brincando de neve na praia.

7. Filme Simplesmente Amor (Love Actually):

- Cena do rapaz se declarando com cartolinas para a sua paixão platônica;

- Cena do garoto correndo no aeroporto atrás da amada que está embarcando, e ganhando um beijo no rosto;

- Cena do inglês se declarando em português para sua amada lusitana.

8. Animação A Dama e o Vagabundo:

– Cena clássica do fio da macarronada unindo os dois com um beijo.

9. Filme Luzes da Cidade (City Lights):

- No final do filme quando Charles Chaplin se encontra com a florista não mais cega e ela o reconhece ao tocar suas mãos.

10. Filme ABC do Amor (Little Manhatam):

– Cena do esperado beijo entre o garoto narrador e a menina de seus sonhos.

11. Série de TV Anos Incríveis (The Wonder Years):

– Cena do primeiro beijo entre Kevin e Winnie no primeiro episódio.

12. Filme King Kong:

- Cena de Kong e Naomi Watts deslizando pelo lago congelado no Central Park.

13. Filme Homem-Aranha 2:

- Cena do café e o quase-beijo entre Peter (Toby Mcguire) e Mary Jane (Kirsten Dunst), interrompido por um carro arremessado.

14. Filme Romeu + Julieta:

- Cena de Romeu (Leonardo DiCaprio) e Julieta (Claire Daines) na piscina, jurando seu amor.

15. Filme Superman – O Retorno:

- Cena em que Clark Kent segue Lois pelo olhar, mesmo depois dela subir no elevador;

- Cena do vôo dos dois, em que ela comenta: “tinha me esquecido o quanto você é ‘quentinho””.



 Escrito por Vladimir às 15h55
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Medo de quê?

A melhor piada do Jerry Seinfeld se refere a pesquisas que dizem que o medo número 1 do americano é falar em público. O número 2 é a morte. “Morte... é número 2!” – se admira Seinfeld – “isso significa que se estiver num funeral, o americano médio prefere estar dentro do caixão do que ter de fazer o discurso”.

 

Não tenho o menor problema de falar em público. No meu MBA eu via a dificuldade de meus colegas, mas isso faz parte do meu trabalho e fico bem tranquilo. Aliás, ontem, eu estava pensando que tenho poucas fobias. Não tenho medo de escuro, de altura, de avião (até gosto de ler livros de desastres aéreos em pleno voo). Não tenho fobias de multidão, do oculto, de lugares fechados, nem ao menos tenho medo da “inevitável”. Bem, tenho receio de desagradar as pessoas, de dar gafes, o que pode não ser uma fobia, mas me atrapalha.

 

 

Agora, algo que não posso negar, é a minha aversão a insetos, especialmente à famosa barata. Seria uma baratofobia? Quando eu era criança pequena, se entrava uma cascuda daquelas voadoras pela janela, eu ficava em pânico. Hoje até vou lá e mato, mas não sem um notório esforço de minha parte, lutando bravamente como se estivesse numa batalha.

 

A minha noiva Viviane não só não tem medo de baratas, como é contra matá-las. Problema dela, já está nomeada, então, a “expulsadora de baratas” oficial e vitalícia do nosso lar.



 Escrito por Vladimir às 09h40
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40 filmes pra ver em 2009

Na verdade, são 42, se eu incluísse Bolt Supercão e Sinédoque Nova York, que já assisti e aprovei. Tirando essa bela animação e esse delírio de um dramaturgo, seguem outros 40 filmes de 2009 que estou amarradão para ver.

 

 

Primeiro, o Top10 grandes lançamentos:

1. Sherlock Holmes - A sétima arte estava devendo ao melhor detetive da literatura uma versão recente de suas aventuras. Tínhamos que nos contentar com o House ou Monk da TV.  Robert Downey Jr (de Homem de Ferro) vive na telona um Holmes mais ativo, dirigido pelo especialista em filmes de gangsters Guy Ritchie (de Snatch Porcos e Diamantes).

2. Avatar – O primeiro filme em mais de uma década de James Cameron (de Exterminador do Futuro I e II, Titanic), uma ficção científica em 3D sobre uma sociedade de outro planeta,  promete muito!

3. Monstros vs. Alienígenas – Animação em 3D da Dreamworks (de Shrek) inspirada em filmes B de monstros e ETs dos anos 60. Adorei a premissa!

4. Star Trek – Como nunca vi Jornada nas Estrelas, é uma boa chance de eu ser conquistado pelo tema. A direção é do JJ Abrams, das séries Alias e Lost, e o Dr. Spock é aquele ator que faz o Sylar em Heroes.

5. Up – Altas Aventuras – As animações da Pixar (Procurando Nemo, Ratatouille) são o famoso “must-see”. Até as piores são bem melhores que a média. Essa é sobre um velho ranzinza que viaja para Amazônia em sua casa erguida por bexigas. Hum, espero que ele se dê melhor que aquele padre dos balões, né?

6. X-Men Origins – Wolverine – Depois da decepção que foi o terceiro X-Men, espero que a série se redima contando as origens do Wolverine. Hugh Jackman volta a papel que parece ter sido feito sob medida para ele.

7. 2012 – Outro que anda devendo, é o especialista em cinema catástrofe Rolland Emerich (Independence Day). Ele tem mais uma chance de destruir o mundo com classe (para o nosso regozijo) nesse filme sobre a previsão maia que o mundo vai se acabar em 2012.

8. Watchmen – Assim como Star Trek, vou assistir como neófito essa esperada adaptação de uma Graphic Novel, sobre um mundo onde o super-heroísmo se torna proibido. A expectativa dos fãs é grande, espero que agrade também aos que nada conhecem sobre a HQ.

9. A Era do Gelo III – Inventaram alguma para unir os ótimos personagens dessa série de animação com dinossauros. Mas eu perdôo, porque me amarro em dinos. E porque o diretor brasileiro Carlos Saldanha costuma mandar bem.

10. Operação Valquíria - Com Tom Cruise, sobre uma conspiração para matar Hitler dos próprios alemães. Parece bom!

 

 

Um Top5 para a Safra do Oscar:

1. O Curioso Caso de Benjamin Button - Estou há um ano curioso pra ver. É sobre um cara que nasce velho e vai ficando jovem. Com a credencial da dupla Brad Pitt e o diretor David Fincher (juntos nos ótimos Seven – Os Sete Pecados Capitais e Clube da Luta).

2. Slumdog Millionaire - Sobre um indiano analfabeto que participa do Show do Milhão (Who Wants to be Millionaire) para conquistar uma garota. Gostei da premissa e do diretor Danny Boyle (de Cova Rasa, Por uma vida menos ordinária e Sunshine Alerta Solar).

3. The Reader – Kate Winslet despertando o desejo de um rapaz de quinze anos? Estarei lá para ver!

4. Apenas um sonho (Revolutionary Road)– A premissa, a vida de um casal no pós-guerra, não é muito promissora. Mas aí, coloque os atores de Titanic, Leonardo DiCaprio e Kate Winslet (novamente ela), como protagonistas e voilá, fiquei curioso!

5. Austrália – Apesar do fracasso de crítica e público eu quero dar uma chance à Nicole Kidman e ao diretor desse épico Baz Luhrmann (de Moulin Rouge).

 

 

Agora, o Top10 Geral, de filmes que me atraem pelo diretor, atores, premissas da história, etc:

1. The Princess and the Frog – Finalmente a Disney volta ao tema de princesas, com a primeira alteza negra. Mas estou mais curioso com a próxima empreitada da Disney na mesma linha: Rapunzel, em 2010.

2. Inglourious Basterds – Quentin Tarantino (de Pulp Fiction), anda meio chato, espero que ele se redima com esse petardo sobre matadores de nazistas na II Guerra.

3. The Boat That Rocked – Do Richard Curtis, o autor de várias das melhores comédias românticas das últimas décadas (Quatro Casamentos e um Funeral, Um Lugar Chamado Notting Hill, Bridget Jones e, o melhor, Simplesmente Amor)

4. Agora – Aventura com Rachel Weisz como uma filósofa egípcia no século 4.

5. Green Zone – A volta da parceria do diretor Paul Greengrass com o ator Matt Damon, após a trilogia Bourne. Dessa vez Matt vive um militar procurando as tais armas de destruição em massa no Iraque.

6. Drag me to Hell – Sam Raimi, que esteve ocupado nos últimos anos com o Homem Aranha, volta ao terror que fez a sua fama com Evil Dead e Uma Noite Alucinante. Cool!

7. Uma vida interrompida (The Lovely Bones) – Uma menina assassinada acompanha do céu a vida dos que ficaram. O maior atrativo é o diretor, Peter Jackson, voltando a temas mais humanos depois do Senhor dos Anéis e King Kong.

8. Whatever Works – Novo de Woody Allen sobre um tiozinho vivido por Larry David, um dos criadores de Seinfeld.

9. White-Out – Sobre uma agente federal (Kate Beckinsale) que tem de resolver um crime no Polo Sul, antes do inverno polar de seis meses.

10. Transformers – A Vingança dos Derrotados – Achei o primeiro filme divertido, só os efeitos especiais já valem a pena.

 

 

A seguir, Top5 Filmes Nacionais:

1. Besouro – Como já falei aqui no blog, trata-se do primeiro filme brasileiro de artes marciais, sobre um capoeirista baiano.

2. Jean Charles – Como será o filme da morte do pobre brasileiro confundido com terrorista?

3. Budapeste – O tema do filme, sobre amor e idiomas, é a minha cara.

4. A Mulher Invisível – A Luana Piovani é uma paixão imaginária de um cara (Selton Mello). Boa premissa.

5. Titãs – A Vida até parece uma festa – Não gosto muito de documentários, mas já fui muito fã dos Titãs, pode ser que me agrade.

 

 

 

Finalmente, o Top10 de filmes que só verei se as críticas me animarem:

1. O Exterminador do Futuro – A Salvação – Confesso que uma das coisas que me atraía na trilogia do Exterminador era os robôs interagindo com o nosso mundo. Como esse filme se passa no mundo pós-apocalíptico, estou reticente.

2. Coraline e o Mundo Secreto – Animação bizarra sobre uma menina que acha um mundo alternativo.

3. Frost/Nixon - Da safra do Oscar, sobre uma famosa entrevista com o ex-presidente americano. Parece interessante, vamos ver.

4. Milk – A Voz da Liberdade - Outro da safra do Oscar sobre o primeiro político homossexual assumido eleito para um cargo público. Não me animou, mas vou ler mais sobre o filme.

5. Casamento de Rachel - Independente com a Anne Hathaway. Ela é muito bonita, né, mas será que o filme vale a pena?

6. The Wrestler - A volta de Mickey Rourke, cotado para o Oscar, como um lutador aposentado.

7. O Elo Perdido (Land of The Lost) – Versão da antiga série. Será que sai coisa boa?

8. O Corajoso Ratinho Desperaux – Vi o trailer dessa animação, me pareceu bem legal.

9. The Year One – Sobre dois caras (Jack Black e Michael Cera) que perambulam pelas histórias bíblicas. Será que é bom?

10. Kick Ass – Sobre um adolescente que inventa de se tornar um super-herói na vida real de Nova York.



 Escrito por Vladimir às 18h18
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Meu primeiro Saramago

 

Ando um relapso com relação a leitura. Desde que comecei a enfrentar o Dom Quixote há um ano que não consigo nem avançar nele nem pegar outro livro. Abri uma exceção para A Viagem do Elefante, um José Saramago recém-lançado que ganhei da Valquíria, minha irmã. Devorei a pequena obra em poucos dias.

 

Ocorreu de verdade de um elefante ter sido dado de presente pelo rei de Portugal D. João III ao Arquiduque Maximiliano da Áustria em 1551. Saramago romanceou essa viagem de Lisboa a Viena, por regiões secas, pelos Alpes e até de barco pelo Mediterrâneo, do paquiderme que se chama Salomão (depois o arquiduque mudaria seu nome para Solimão).

 

A julgar pelo filme Ensaio sobre a Cegueira, eu imaginava que os livros do Saramago fossem difíceis, densos. Pode até ser que os outros sejam, mas achei esse texto do Elefante uma delícia. É quase um causo contado como se o narrador estivesse dando uns dedinhos de prosa com a gente, com comentários contemporâneos e inventivos.

 

Salomão, apesar das suas simpatissíssimas quatro toneladas de onipresença pela viagem, é coadjuvante em relação a esse narrador, mas também ao seu tratador Subhro (que é forçado a se tornar Fritz). Esse cara sim, é impagável. Meio ranzinza, mas também bem-humorado e, principalmente, apaixonado pelo elefante, o indiano rouba a cena com suas palavras e ações impertinentes e divertidas. Em alguns momentos lembra a Emília do Monteiro Lobato.

 

Adorei o livro. Deu até vontade de adotar um elefante!... Bem, nem tanto... Pelo menos, deu vontade de ler mais Saramago, pode ser?



 Escrito por Vladimir às 17h46
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Besouro, o filme

Num post de nov-2004, eu me admirava que os chineses fazem centenas de filmes de ação de kung fu por ano, de cinema B a épicos como O Tigre e o Dragão e Herói. Eu me amarro em ver chinês voando, suas lutas mágicas e espadas místicas. Daí questionei, por que o Brasil não faz o mesmo com a sua própria arte marcial, a capoeira, né? Até descrevi ideias que tive para roteiros.

 

Pois bem, um diretor de publicidade, João Daniel Tikhomiroff, pensou o mesmo que eu, e deve sair ainda em 2009 a primeira super-produção de ação de artes marciais brasileira, sobre um lendário capoeirista baiano dos anos 20, chamado Besouro (o mesmo título do filme). Além do toque místico, que vai personificar vários orixás como Exu, Ogun, Iansã, etc; o diretor contratou o mesmo chinês que fez coreografias que desafiam a gravidade em Kill Bill e Matrix, usando cabos e guindastes. Ou seja, vou ter o prazer de ver negão brasileiro voando. Cool!

 

 

 

Estou bem curioso. Escrever filmes mágicos de capoeira é um dos meus sonhos como roteirista, torço muito para que esse João Daniel faça sucesso com esse filme. Quem sabe assim, minhas ideias também caiam no gosto de alguém?



 Escrito por Vladimir às 08h35
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O que aconteceu com a Vaca Preta?

 

Antigamente, era comum encontrar Vaca Preta nas sorveterias. Para quem não sabe, trata-se da mera mistura de sorvete com refrigerante. Com Coca ou Pepsi, era Vaca Preta, com Fanta, era Vaca Amarela, etc. Eu tinha quase certeza que também havia o nome chuvisco para essa sobremesa, mas como ninguém mais ouviu falar, pode ser que eu sonhei com isso, sei lá.

 

Descobri na web que a origem é americana. O inventor, do estado do Colorado, quando viu o sorvete de baunilha no topo da bebida (o original não é com coca-cola, mas com outro refrigerante escuro chamado root beer) lhe pareceu o topo nevado da Cow Mountain, pico ali próximo. Com isso, a bebida passou a ser chamada de Black Cow. Se bem que lá nos EUA, essa denominação não é comum. A qualquer mistura de sorvete com refrigerante o nome comum é Ice Cream Soda ou Float (pois o sorvete bóia no refrí).

 

Por algum motivo, esse refresco sumiu dos cardápios aqui do Brasil. Muita gente hoje estranha quando eu, sem mais nem menos, coloco num copão três dedos de Pepsi (de preferência a Twist Light) e em seguida encho-o com sorvete de creme ou de morango (na verdade, qualquer sabor serve). As pessoas me olham torto, mas outro dia num churrasco alguns me imitaram e aprovaram.

 

Quem sabe essa mistura simples e saborosa não ressuscita nas sorveterias, né?



 Escrito por Vladimir às 08h33
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O melhor filme do ano até agora: Bolt, o supercão

 

O título do post é uma piada, favor rir, é que o ano referido é o de 2009, e só vi esse filme até agora. Estou aguardando os previews de cinema em 2009 da revista SET e do site Omelete para fazer o meu. Mas enquanto isso, Bolt, o Supercão de fato se mostra primoroso desde as sequências iniciais. Primeiro, o pequeno cão sendo adotado (que de cara já levou a minha noiva Viviane às lágrimas), depois uma das melhores cenas de ação de animação que já vi, uma perseguição com o pequeno cão super-herói.

 

Apesar de ser totalmente da Disney, o filme não nega a influência da Pixar, estúdio que sabiamente manda no pedaço lá. A realidade de super-heróis já vimos em Os Incríveis; road movie pelos EUA já havia em Carros; uma personagem feminina cativante que rouba o filme (no caso, a gata Mittens, com a voz impagável da Maria Clara Gueiros) nos lembra a Dory de Procurando Nemo e, principalmente, Bolt, um personagem que cai na real que não é um super-herói e que teme perder o carinho da dona nos lembra, ao mesmo tempo, Buzz LightyearWoody de Toy Story.

 

Mas nem por isso o filme é tedioso, pelo contrário, empolga do começo ao fim. A cena de Mittens ensinando cara-de-pidão ao Bolt é hilariante. E no final, com a emoção de praxe, eu acabei acompanhando a Viviane nas lágrimas. Pode ser que agrade mais aos adultos que as crianças, mas eu, por exemplo, até prefiro assim.



 Escrito por Vladimir às 21h47
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Canto do Vladimir

Perfil
Nome: Vladimir Batista
Idade: 37
Nasceu: Goiás
Mora: Rio de Janeiro
email: vladimir.batista@gmail.com

Conteúdo
Blog de Vladimir Batista, 37, sobre cinema, curiosidades (etimologia (origem das palavras), dicionário, cultura inútil, rankings (top10, top5,...)), música, TV, literatura, minhas criações (letras, poemas, contos, romances, novelas, roteiros de cinema, argumentos), atualidades, minha vida, etc...


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