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Estalagmite, Estalactite

Quando fiz o meu Top15 das palavras mais belas da língua portuguesa, não consegui encaixar estalido. Acho um charme quando se usa esse termo, especialmente para se referir aos beijinhos crepitantes de crianças.
Nada a ver, mas lembrei disso porque ontem no Fantástico, falando sobre cavernas, pensei em dois vocábulos parecidos e também charmosos: Estalagmite e Estalactite. Na escola, tínhamos que decorar que a primeira é a que sai do chão e a outra a que cai do teto, nas cavernas. As duas vêm do grego stalasso, gotejar, enquanto estalido deriva do latim, embora a origem específica seja controversa.
O que me chamou a atenção nessa consulta foi saber que existe a palavra Estalagmítico, que quer dizer “semelhante a estalagmite”. Viajei que, num dicionário de expressões inventadas, ela poderia significar algo além da lenda. Do tipo: “a saga dessas pessoas é mais do que mítica, é estalagmítica!” Pode ser?
Escrito por Vladimir às 07h42
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A Abertura de A Favorita
A novela A Favorita está me agradando, principalmente quando aparecem o Carmo dalla Vechia, a Patrícia Pillar e todo o núcleo do senador vivido pelo Milton Gonçalves. Mas me amarrei mesmo foi na abertura. Normalmente sou crítico em relação às obras do Hans Donner, que desde a década de 80, na minha opinião, não tem feito muita coisa criativa, mas essa ficou excelente.

A música é um eletrotango sensacional chamado Pa’ Bailar interpretada por Bajofondo, banda argentina desconhecida, pelo menos até agora. A batida no começo e os toques de tango dão o tom perfeito para as situações da novela, até ajudando na trama, ao empolgar e dar densidade a cenas mais mornas.
Li no site da novela que a abertura em si é baseada em pôsteres de filmes dos anos 40 e 50, com imagens “chapadas e com figuras recortadas”. Dei uma googlada, mas não achei nada nesse estilo. Na verdade, achei a vinheta mais parecida com sequências de aberturas de alguns filmes, como as da Pantera Cor-de-Rosa ou as do James Bond.
Os únicos pôsteres antigos que eu achei semelhantes, foram os do Saul Bass, ilustrador de filmes do Hitchcock, que inclusive fez o story-board da famosa cena do chuveiro de Psicose. Saul tem um estilo parecido ao da vinheta da novela, com silhuetas e figuras que parecem recortadas. Veja que o pôster de O Corpo que Cai (Vertigo) parece a parte da abertura em que o homem é assassinado.

A novela está boa mas a abertura ganha minha nota 10!
Escrito por Vladimir às 18h44
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As Sete Maravilhas do Mundo Natural
Houve uma certa polêmica em relação à escolha do Cristo Redentor para uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno. Enquete da web dá nisso, não tem de ter mesmo nada a ver com justiça nas escolhas e sim com a força internética dos países (vide aquela enquete da Fifa que "elegeu" o Maradona melhor que o Pelé). Na das Sete Maravilhas, achei constrangedor deixar a Torre Eiffel de fora, ou nem ter como finalista a Basílica de São Pedro, mas também acho um exagero aqueles que detratam o Cristo. Eu me amarro nele, acho uma grande e bela obra, que compõe maravilhosamente a paisagem do Rio.
Agora o mesmo instituto está fazendo uma enquete das Sete Maravilhas do Mundo Natural. O Brasil concorre com a Floresta Amazônica, o Pantanal, o Pão de Açúcar e as Cataratas do Iguaçu.

Humm, acho que deviam estar separadas as maravilhas localizadas e as expandidas. Eu não incluiria por exemplo a Amazônia e o Pantanal nessa lista, pois são um ecossistema inteiro e não uma formação notável específica onde você vai e vê. Por esse meu critério, poderia, por exemplo, se candidatar o encontro do Rio Negro e o Rio Solimões, mas não toda a floresta.
Ainda seguindo essa minha linha, acho que não há algo mais impressionante no mundo que a Foz do Iguaçu. Dão uma surra em rivais como o Niagara. Eu sou apaixonado pelo Pão de Açúcar e acho que, se houvesse uma enquete sobre maravilhas urbanas, não haveria concorrentes. Mas nossas caudalosas Cataratas são literalmente de encher os olhos, né?
O link do insituto New7Wonders.
Escrito por Vladimir às 08h45
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Da Série “Coisas Fora de Moda Que Eu Me Amarro”: Karaokê

Alguém pode me explicar por que, mesmo com o sucesso de programas como American Idol, não se acham mais karaokês por aí? Sempre fui um entusiasta. Lembro que no auge desses barezinhos, no começo da década de 90, eu procurava chegar cedo para escolher primeiro as músicas do Guns n’Roses (tinha outro cara que curtia os mesmos hits). Eu cantava Don’t Cry, com direito àquele final igual ao do Axl Rose esticando o '...toniiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiight' por treze segundos (sim, eu cronometrei!)

Mas minha maior especialidade era a imitação de Michael Jackson. Eu fui fã do astro pop na década de 80 e, acreditem, decorava até as coreografias dos clipes. Fazia o maior sucesso entre amigos. Até hoje, véio, ainda sei fazer alguns passos básicos, como o moonwalk, mas... onde diabos foram parar os karaokês? sigh
Escrito por Vladimir às 12h54
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Recriação ou Sequência?

Falando em ranking, um dia vou fazer um Top10 de piores filmes que já vi, e nessa lista com certeza estará Hook, A volta do Capitão Gancho. Ao inventar um Peter Pan velho, Spielberg conseguiu destruir a magia. Fiquei pensando: por que resolveram filmar uma sequência para a animação, ao invés de uma refilmagem com atores reais? Acho que se imaginou que a estória era conhecida demais, e que daquela forma despertaria mais interesse. Bobagem, eu, por exemplo, me amarrei no recente e ótimo filme do Peter Pan.
A mesma decisão dos produtores de Hook foi tomada com A Marca do Zorro. Fiquei decepcionado de darem um salto no tempo e criarem um Zorro herdeiro do original. Por que não recontar com os mesmos personagens? Zorro sem Sargento Garcia, não deu.
O mesmo com A Feiticeira, o fiasco com a Nicole Kidman. Por que não simplesmente recriar a estória original, ao invés de apelar para uma bagunça metalinguística?
E aqui no Brasil, será que se cometeu o mesmo erro com o filme baseado na peça de sucesso O Mistério de Irma Vap? Sinceramente não sei, pois não vi. Juro que o maior motivo foi porque longa se chama Irma Vap – O Retorno. Retorno do quê? Eu deveria ter assitistido a peça primeiro? Sorry, não assisti! Por que simplesmente não recriaram a obra com o título original, aliás tão atraente? Esse sim é que é, pra mim, o verdadeiro mistério de Irma Vap.
Escrito por Vladimir às 07h53
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Top10 Mais Belos Nomes de Canções
Ouvi ontem no rádio Minha Flor, Meu Bebê, do Cazuza, e fiquei pensando na minha noivinha distante... Mas também no quanto o título dessa música é belo, né? Resolvi fazer um ranking dos mais belos nomes de canções. Deu trabalhinho: só do Vinícius de Moraes dá pra preencher um Top10 inteiro. Acabei deixando de fora, como hors-concours, os chorinhos, cujos títulos graciosos (como Carinhoso, Toadinha, Delicado, Benzinho) são um capítulo à parte, como já mencionei num post de out’05.
Segue a minha lista:

1. Pela Luz Dos Olhos Teus (Vinícius de Moraes) - gravada por Tom e Miúcha; 2. Minha flor, meu bebê (Cazuza); 3. É Doce Morrer No Mar (Dorival Caymmi) - também gravada pela Cesária Évora e Marisa Monte; 4. Saudade Brejeira (José Eduardo Morais / Nasr Chaul) - gravada por Caetano e por Zezé di Camargo e Luciano; 5. Com Açúcar, Com Afeto (Chico Buarque) - gravada por Nara Leão; 6. Dança da Solidão (Paulinho da Viola) - também gravada por Marisa Monte; 7. Como é grande o meu amor por você (Roberto Carlos); 8. Canção Pra Você Viver Mais (John Ulhoa / Fernanda Takai) – Pato Fu; 9. Coração em Desalinho (Mauro Diniz / Ratinho) - Zeca Pagodinho; 10. Morena dos Olhos d'Água (Chico Buarque) - gravada por Gal Costa.
Escrito por Vladimir às 07h59
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Qüiproquó

Numa aula de negociação que tive em inglês, foi mencionado o termo Quid Pro Quo. Já tinha ouvido isso antes, a origem, claro, é do latim, e significa trocar uma coisa por outra semelhante. Fiquei intrigado com a semelhança com qüiproquó, expressão em português, por vezes entoada em telenovelas, que quer dizer confusão, bagunça. O curioso é que Quid Pro Quo, em inglês, tem um sentido positivo, de troca justa, enquanto que qüiproquó leva a uma idéia negativa.
Tarefa mole para o Houaiss: Quid Pro Quo (coisa por coisa) intitulava um livro de farmacêuticos que indicava substâncias para substituir outras. Acontecia, às vezes, da troca gerar erros e do boticário aviar venenos (cruzes!). A expressão passou, então, a essa acepção de ‘equívoco’. Mais um pouco de evolução e foi para o sentido que conhecemos de ‘confusão, patuscada, sururu, baderna, rififi, rebu’... Eita, chega ser um verdadeiro qüiproquó linguístico, né?
Escrito por Vladimir às 07h43
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Sex and the City, Fim dos Tempos e O Incrível Hulk
De uma só vez, chegaram vários filmes que estavam na minha lista de expectativa 2008. Nem consegui assistir A Outra (The Other Boleyn Girl), ficou pra semana que vem, junto com Agente 86. E Wall-E e Batman vêm aí, ufa! Seguem comentários dos que vi:
Sex and the City: Foi legal, só achei longo demais. Uma das vantagens da série era que, como tinha que contar quatro estórias em 30 minutos, havia situações limites o tempo todo. Mas o filme tem vários momentos divertidos e foi um prazer rever as amigas em ação, valeu sim o ingresso.
Fim dos Tempos (The Happening): Mais um que valeu o ingresso. O novo de M. Night Shyamalan, sobre uma ameaça invisível à humanidade, é criativo e intrigante, lembrando um pouco Sinais. É irregular, é verdade, como tem sido todos os seus últimos filmes, mas ninguém cria situações e personagens inusitados como esse cineasta.
O Incrível Hulk: Adorei! O Hulk digital faz menos feio que o anterior e o Bruce Banner do ótimo Edward Norton é o próprio David Banner da antiga série de TV: andarilho com olhar sofrido. Aliás, rola até aquela musiquinha triste do seriado. O roteiro é legal, os personagens carismáticos, o casal principal com química.... E ainda há divertidas menções às piadas pops do personagem, como as calças que devem esticar mas não rasgar e a eterna dúvida: “o que aconteceria se Bruce Banner resolvesse fazer sexo?”
Escrito por Vladimir às 08h17
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A cantora britânica Joss Stone

Escrito por Vladimir às 07h54
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Suzanne Vega, a compor
Recebi ontem um comentário em um post de julho de 2005! Provavelmente o leitor googlou Suzanne Vega e chegou a um dos meus posts sobre a minha ídola musical maior. Era um gajo de Portugal comentando que vai a um show dela em julho na terrinha, que inveja. Ela está fazendo uma turnê na Europa, com direito a Rock in Rio Madri e Portugal. Pra cá para os trópicos, tá difícil.
Apesar de não ser tão empolgado quanto antes, ainda sou fã dessa cantora novaiorquina, assino o newsletter do site oficial dela e tudo. Aliás, meu último sonho de consumo é um livro dela, chamado Passionate Eye (que belo nome, né?), que não consigo comprar no site - não enviam para o Brasil - nem acho em nenhum outro local, que puxa...

Mas o que eu queria contar é que pelo newsletter, eu soube que Suzanne postou duas vezes num blog do New York Times sobre composição musical. Ela descreve fórmulas que ela usava para escrever músicas quando era mais jovem. Ela pegava o violão no sábado à noite, e primeiro vinha o acorde (chord), depois a melodia e por último a letra. Achei bem legal! Mais uma que compõe primeiro a melodia para depois a letra. Parece-me muito mais difícil, mas é de longe o processo mais comum.
Um outro post é ainda mais gostoso, ela mostra uma canção que ainda está começando a compor. É sobre um amigo que ela compara com uma rosa frágil mas espinhosa. Eu me lembrei do filme Apenas Uma Vez, que já comentei aqui.
Sempre achei o processo de criação fascinante. E tem coisa mais prazerosa que acompanhar o artesanato de composição de minha ídola maior?
O link do blog do NYT.
Escrito por Vladimir às 08h12
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Dia dos Namorados

Uma data que vou fazer questão de comemorar até eu e a Viviane ficarmos velhinhos é o Dia dos Namorados. Eu queria mandar um torpedo em inglês para ela hoje, mas me deparei com um obstáculo: como traduzir o nome dessa data? Não dá pra ser Valentine’s Day, pois a nossa versão nada tem a ver com São Valentino. Quando converso com gringos, sou obrigado a dizer Boyfriend/Girlfriend Day, que feio e pouco prático, né?... Mas que opção eu teria? Date Day? Relationship Day? Love Mates Day?
Enfim, segue então um FELIZ DIA DOS NAMORADOS para a minha noivinha, em bom e alto português mesmo.
Escrito por Vladimir às 15h59
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Esse ão de são...
 Sempre achei curioso a mania dos brasileiros colocar ão em tudo. Aqui no Rio, mal inaugurou o estádio e já virou Engenhão. Lembro que quando eu mudei pra cá, as instruções era “pegar o Frescão e passar pelo Mergulhão”. Em São Paulo, você passa pelo Cebolão ou atravessa o Minhocão. Aliás, acho mais engraçado é colocar ão em palavras femininas. Por que não Minhocona ou Cebolona? Ou Bandejona? Ok, soa feio, mas... Por que será que soa feio?
Pior são os eventos de comércio de carros usados. Antes só Feira, passou a Feirão (por que não Feirona?). Depois veio o MEGAFEIRÃO. Finalmente, nesse fim de semana vi um comercial de um GIGAFEIRÃO. LOL! O que virá a seguir? TERAFEIRÃO?
Escrito por Vladimir às 08h02
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Pin-ups

Passeando na Saraiva, me deparei com uma bela edição de um livro de ilustrações com um dos grandes desenhistas de pin-ups, o Gil Elvgren. Entrou na minha lista de “Eu querooo!”
Eu me amarro em Pin-ups. Pra quem não sabe, trata-se daquelas ilustrações dos anos 30/40/50, de mulheres com pouca roupa, ou roupas insinuantes (mas quase nunca nuas) e com ares inocentes. Eram esses posteres que os soldados pregavam com alfinete (daí veio pin-up) nos seus cantos das casernas.

Diz-se que esse gênero caiu em desuso com a chegada da Playboy e o período de maior abertura sexual. Mas acho que ainda há espaço para a sensualidade pudica. Estou entre os que acham que um pouco de mistério às vezes dá mais charme, né?
Escrito por Vladimir às 08h09
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Bem-Ajambrado
 Outro dia, comentei feliz com a Viviane que a preparação de nosso casamento em janeiro, já está bem-ajambrada. Daí me dei conta que eu conhecia a expressão mal-ajambrado, com o sentido de mal feito, mas nunca tinha ouvido bem-ajambrado, será que é correto?
No Houaiss, vi que existe sim bem-ajambrado, com o sentido de bem feito. Mas também descobri algo curioso. Ajambrado vem de jambro (ou zambro) que já significa “torto, desajeitado”. O que quer dizer que, a rigor, mal ajambrado seria uma redundância. Ou pior, um caso do tipo “menos com menos dá mais”, pois ‘mal desajeitado’ deveria remeter a ajeitado. O que também faria com que bem-ajambrado resultasse no sentido negativo de ‘bem desajeitado’, ou seja, “mais com menos dá menos”.
Mas mais uma vez, o uso venceu o rigor. Ainda bem, pois quero o meu casamento muito bem ajambrado, no melhor sentido possível!
Escrito por Vladimir às 09h17
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Homem de Ferro, Speed Racer e Indiana Jones
Bom, os chamados blockbusters de verão estão bombando. Em junho, estou bem curioso para ver O Incrível Hulk (vamos ver se é mais inspirado na série de TV do que no gibi), o filme de Sex and the City e, principalmente, Wall-E (a nova animação da Pixar, sobre um robozinho solitário e apaixonado). Por enquanto, tive bons passatempos:

Homem de Ferro: o destaque do filme não são as cenas de ação (apenas OK) mas o ator Robert Downey Jr. É um prazer vê-lo com seu humor cheio de ironia, interpretando de maneira cativante até na interação com seus robôs mecânicos.
Speed Racer: o mais fraquinho dos três, o melhor aqui é o visual hipnotizante. Ah, e a dupla do garotinho com o chimpanzé!
Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal: Adorei essa aventura, em especial a hilariante perseguição na selva amazônica, bem ao estilo de filmes B. O único porém é o final megalomaníaco e pouco criativo, mas que não estragou o prazer de ver Harrison Ford e seu inequívoco chapéu em forma novamente.
Escrito por Vladimir às 07h53
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Canto do Vladimir
Perfil
Nome: Vladimir Batista
Idade: 37
Nasceu: Goiás
Mora: Rio de Janeiro
email: vladimir.batista@gmail.com
Conteúdo
Blog de Vladimir Batista, 37, sobre cinema, curiosidades (etimologia (origem das palavras), dicionário, cultura inútil, rankings (top10, top5,...)), música, TV, literatura, minhas criações (letras, poemas, contos, romances, novelas, roteiros de cinema, argumentos), atualidades, minha vida, etc...
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Histórico
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