 |
Saí na Monet!
Sobre a lista das 100 melhores séries de todos os tempos, entrei no site da Revista Monet e deixei um texto sobre O Incrível Hulk, a antiga série de TV lamentavelmente esquecida no ranking. E não é que publicaram as minhas palavras na edição de junho? Cool! Fizeram o Top 100 dos leitores e o monstro verdão ficou em 93◦, com o meu comentário na íntegra. Confiram só o meu textinho:

“O gigante verde não precisava de palavras nem grandes poderes. Bastava grunhir para botar pra quebrar meio mundo. Mas havia algo de “bicho de estimação” em seu olhar. Como esquecer o estoque infinito de camisas de David Banner e suas calças que esticavam e nunca se rasgavam? Ou o chato do Sr. McGee perseguindo-o pelo país todo (“Sr McGee, não me irrite...”)? Ou, ainda, o efeito especial tosco da transformação, estilo Konga, a Mulher-Gorila? E, especialmente, David Banner de mochila pedindo carona no final, ao som da musiquinha triste...”
Escrito por Vladimir às 19h44
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Cantoras do Século XXI

Uma vez, comentei aqui de uma lista das melhores cantoras do século XX, que incluía duas que eu adoro: Ella Fitzgerald, Aretha Franklin e também a brasileira Elis Regina. Achei uma lista boa, apesar de não incluir minhas favoritas Suzanne Vega e Nara Leão. Agora, é promissor que o século XXI já está sendo generoso em lançar grandes talentos femininos, ao menos no exterior. Aqui no Brasil, infelizmente, não creio que apareceu ninguém nos anos 2000 a altura das melhores do século passado, como Elis, Nara, Gal, Bethânia e Marisa Monte. E a primeira década está acabando.
Mas lá fora, logo no início dos anos 2000, apareceu a Macy Gray, com sua voz rouca marcante e repertório empolgante de r&b, a melhor pra dançar. Na mesma época, com um jazz de levada country, surgiu a Norah Jones e sua voz doce, também inigualável. Outra musa recente do jazz, a Diana Krall, não acho que tenha uma voz tão original, mas é inegavelmente a mais envolvente da lista.
Depois veio a Joss Stone, a jovem loirinha com voz que me remeteu à Aretha Franklin. Aliás, já comprei ingresso para vê-la aqui no Rio em junho, imperdível!
A década ficou um tempo sem novidades, com algumas cantoras que prometiam mas não mantiveram a qualidade, como Alicia Keys e a Corinne Bailey Rae, e umas legais mas bem pops como a Fergie.
Por fim, em 2007, surgiu a extraordinária Amy Winehouse, com sua linda voz, com um toque dolorido e, também, um ótimo repertório. É uma pena o que ela faz com sua vida desregrada, né, eu fico aqui torcendo para ela gravar bastantes músicas antes de bater as botas, o que parece não demorar.
Segue aqui um Top5 com a minha música favorita de cada uma dessas melhores cantoras do século XXI:
Macy Gray – When I See You Norah Jones – Sunrise Diana Krall - Temptation Joss Stone – Super Duper Love Amy Winehouse – Back to Black
E em 2008, vai aparecer mais alguma diva? Outro dia vi uma cantora interessante, uma tal de Duffy, cantando um belo soul, Mercy. A se conhecer as outras canções dela para ver se é mais um presente musical dos anos 2000.
Escrito por Vladimir às 08h22
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Canto

Sabem uma palavra que acho mui bela? A que está no título do meu blog: Canto. Canto pode ter o sentido espacial (cantinho, recanto) mas também musical (cantiga, cântico). No fundo o próprio conceito de blog cobre essas idéias, pois é um espacinho do autor onde ele busca (ou devia buscar) sempre a arte (e a musicalidade) das palavras, pode ser?
No Houaiss, vejo que as duas acepções tem origens diferentes. O sentido espacial vem do latim canthus (‘cinta de ferro que limita e abarca a roda’, cruzes!). Mas que por sua vez vem de um grego bem mais poético: kanthós (‘lugar do olho onde se formam as lágrimas’) hum, que bonito...
Já o sentido musical, vem do latim cantus (‘som musical emitido pela voz humana’), cuja origem inclui “fórmulas mágicas cantadas em melopéias ritmadas”, ou seja, aqueles versos de feitiços de antigamente. Por isso têm a mesma origem outras palavras nessa direção, que aliás são muito belas também, como Encanto, Encantamento e, acredite, até o verbete Charme tem parentesco com Canto! Eita, que o título do meu blog ficou até mais chique, heim!
Escrito por Vladimir às 08h14
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Apenas uma vez

Um dos meus filmes favoritos de todos os tempos é um musical, The Commitments, Loucos pela Fama, sobre a formação de uma banda em Dublin. E não é que de lá vem mais uma fita deliciosa, mais ou menos do mesmo estilo? Com a diferença que enquanto aquele era mais uma crônica da vida das pessoas da banda, esse - chamado Apenas uma Vez (Once) - traz consigo mais um belo clima “podre de romântico”, no sentido “inatingível” da palavra, que mencionei no último post.
Um jovem cantor de rua da Irlanda, com dor de cotovelo, compõe várias canções para a sua amada de quem se separou até que, um dia, uma mocinha imigrante tcheca, e também com seus problemas familiares, aparece e começa a tocar e a cantar com ele. Esses encontros têm uma química maravilhosa, em especial nos momentos em que vão aprendendo nota a nota a compor e interpretar juntos. As canções são do estilo do Coldplay, e uma delas ganhou o Oscar. Não é meu estilo favorito, mas são inegavelmente belas. O que importa é que quando a gente acha que vai engrenar um romance, o negócio trava em, vejam só, momentos inspiradores, como quando ela se declara em tcheco e nem ele nem o expectador entendem o que foi dito. O fato é que nem sempre a química e a afinidade são tudo, pois há o fator “vida real” ao redor, né?
Pior que esse não é um filme de final infeliz. O encontro do casal não se revela inútil pois dá um impulso para a vida de ambos, que arriscam e seguem os seus caminhos. É, às vezes, precisamos de uma injeção de vida para movermos pra frente, mesmo que não seja pela perspectiva que se apresenta à nossa frente. É uma lição de vida, num filme pequeno e belo.
Escrito por Vladimir às 21h20
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Pushing Daisies

Já que estou elogiando programas, na TV paga há uma série nova que é uma jóia. Trata-se de Pushing Daisies, sobre um rapaz, dono de uma confeitaria especializada em tortas, que tem o poder de ressucitar os mortos com um toque e voltar a mandá-las para a morte com outro. O clima é de fábula com humor negro, com um jeitão do diretor de cinema Tim Burton (de Peixe Grande, Edward Mãos de Tesoura ou A Fantástica Fábrica de Chocolate).
O melhor é que o casal principal não pode se tocar, sob risco da mocinha morrer, e a todo momento tentam driblar essa impossibilidade, beijando através de um plástico ou dançando com vestes protetoras de apicultores. Fora isso, há a personagem da funcionária da casa de tortas que tem uma paixão platônica pelo mocinho e de vez em quando cantarola melancólica, como num musical.
Todo esse clima de inatingível é podre de romântico (como diria o crítico Kleber Mendonça Filho, sobre os filmes de Wong Kar Wai). Mas os episódios também incluem uma narração do estilo “Era uma vez...” cheio de rimas, casos policiais, muito humor e fotografia com aquelas cores de fábula.
Como eu disse, uma pequena jóia, me amarro.
Escrito por Vladimir às 22h34
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Improvisos calculados na TV

Estou achando Beleza Pura, a novela das sete da Globo um divertimento só. Há um espírito de improviso cômico nos diálogos escritos pela estreante Andrea Maltarolli, os personagens emendam comentários nonsenses que me deixam sempre tentando imaginar se estavam ou não no script. A especialista dessas falas (aparentemente) improvisadas é a Maria Clara Gueiros, sempre impagável. Mas todos os personagens e núcleos estão bem, uma pena que não consigo acompanhar sempre.
Outra boa surpresa na TV é o programa 15 minutos da MTV, de segunda a quinta às 21:45. Também nesse há um espírito de improviso calculado, com o apresentador Marcelo Adnet, que é uma figura, relaxadão em seu quarto, na frente do seu micro, fazendo comentários impagáveis e imitações. Muito melhor que todos os outros programas cômicos na TV.
Curioso é que só depois de escrever esse post que eu me dei conta que eu já vi a Maria Clara Gueiros e o Marcelo Adnet juntos, no teatro, na peça Corações Encaixotados. Já de lá os dois mandavam bem na improvisação, calculada ou não.
Escrito por Vladimir às 08h19
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Rumo à Lua Cheia

Eu e a minha noiva Viviane nos conhecemos na época da Unicamp, no início dos anos 90, quando eu era gamadinho nela, mas nunca me abri. Só nos revimos quase quinze anos depois, no dia 18 de dezembro de 2006, depois que ela descobriu este meu blog no orkut. Desde então nos encontramos exatamente 34 vezes, que foram nossas “Luas”.
É que chamamos o reveillon de 2006 para 2007, o primeiro momento de nosso namoro, de nossa “Lua de Mel”. O encontro seguinte, então, chamamos de Lua de Absinto, até mesmo para mudar o sentido dessa expressão para algo positivo. Daí virou nossa tradição, todos os nossos encontros batizamos como Lua de alguma coisa. Vejam só as que já rolaram:
1. Lua de Hors d’Oeuvres – 18 e 19 de dezembro de 2006 – São Paulo - primeiro encontro no barzinho Bom Rini em São Paulo, primeiro almoço, no dia seguinte no Club Transatlântico; 2. Lua de Mel – 30, 31 de dezembro de 2006 e 1° de janeiro de 2007 – Rio - primeira viagem ao Rio da Viviane, primeiro reveillon com fogos de artifício na praia, primeiro pilequinho, trilha sonora: My Humps do Black Eyed Peas; 3. Lua de Absinto – 19 e 20 de janeiro de 2007 – Rio - primeira ida ao Pão de Açúcar; 4. Lua de Vinho – 03 e 04 de fevereiro de 2007 – Sampa e Jundiaí - primeiro museu: da Língua Portuguesa, primeiro encontro com família da Viviane, incluindo a Meg (cachorrinha da Viviane), que rosnou mas depois gostou de mim, primeiro baile (do Havaí), primeira dança de salsa , primeiro show (do Ara Ketu); 5. Lua de Confete – 17 a 19 de fevereiro de 2007 – Rio - primeiro carnaval (no Estrela da Lapa), primeiro filme em DVD "Antes do por do sol"; 6. Lua do Velho Mundo – 23 de fevereiro a 04 de março – Europa e Rio - primeira viagem ao exterior: Paris e Roma. Simplesmente maravilhoso, inacreditável; 7. Lua de Intermezzo – 23 a 26 de março - Sampa e Jundiaí - primeiro encontro com os melhores amigos da Viviane (os “Malas”); 8. Lua Oval – 6 a 8 de abril – Rio - primeira Páscoa, com overdose de chocolate; 9. Lua de Pequi – 28 de abril a 01 de maio – Goiânia - primeiro encontro da Viviane com minha família, incluindo o Sambinha, o meu cãozinho; 10. Lua de Coca-Cola – 11 a 13 de maio – Sampa e Jundiaí - primeiro almoço de dia das mães, primeiro almoço no Giorno Terraço, meu restaurante favorito; 11. Lua Roda-Gigante – 25 a 28 de maio – Sampa e Jundiaí - nessa lua, acabei no Hospital Albert Einstein com uma intoxicação, e pela primeira vez Viviane cuidou de mim; 12. Lua Azul – 07 a 10 de junho – Rio, Sampa e Jundiaí - primeiro passeio na Praia do Flamengo, primeiro Tour de Igrejas do Rio, primeiro encontro com amigos meus de faculdade (Orlando) no nosso primeiro casamento (do Morisco); 13. Lua Junina – 23 e 24 de junho – Rio - primeira ida ao Cristo Redentor, primeira ida ao teatro com um casal de amigos meus (Pasqualette), troca de presentes de 6 meses; 14. Lua Bem-Casada – 13 a 19 de julho – Rio - primeira vez que Viviane passa uma semana inteira no Rio, primeiro filme inesquecível no cinema (Ratatouille), primeiras idas para vermos esporte (no caso, Jogos do PAN da seleção de Vôlei Feminino), primeiros almoços preparados pela Viviane; 15. Lua Recatada – 28 a 30 de julho – Rio - Maratona de Jogos do PAN debaixo de chuva, com meus irmãos Vinícius e Ingrid no Rio; 16. Lua em Cena – 17 a 19 de agosto – Sampa e Jundiaí - primeira vez Viviane prestando concurso, bailamos a valsinha "Ternura Imensa", a primeira canção completa que compus para ela; 17. Lua de Copacabana - 07 a 09 de setembro - Rio - primeira ida às praias de Copacabana e Ipanema; 18. Lua de Sururu – 15 e 16 de setembro – Rio - primeiro encontro com Andréia, amiga da Viviane, no CCC, com a banda Sururu na Roda; 19. Lua de Olmo – 11 a 14 de outubro – Rio - primeira visita ao Jardim Botânico e à Lagoa, primeira Picanha (só pra mim, claro), primeira visita à ONG SOS Vida Animal; 20. Lua Musical – 27 e 28 de outubro – Sampa e Jundiaí - primeiro musical (Miss Saigon) com a Lia e o Luciano; 21. Lua da Guanabara – 9 e 10 de novembro – Rio - primeiro passeio de barco, primeira festa de aniversário de uma colega da FGV; 22. Lua Mala – 15 a 19 de novembro – Jundiaí, Valinhos, Indaiatuba e Rio - churrasco dos "Malas", discurso meu com pedido emocionado de casamento, primeira vez acompanhando um dia inteiro de trabalho da Viviane, jantar pedindo a mão aos pais da Viviane; 23. Lua da Aliança – 24 e 25 de novembro – Sampa - comemoração do noivado no Fasano e no Bourbon Street; 24. Lua do Saber – 01 e 02 de dezembro – Sampa - nós dois em treinamentos trocando torpedos, primeira vez no Joakin’s, o melhor petit gateau que existe; 25. Lua de Sofá – 08 e 09 de dezembro – Sampa - ficamos num hotel com um sofá onde namoramos como casal de namoradinhos; 26. Lua de Papel – 21 e 22 de dezembro – Sampa e Jundiaí - comemoração das “bodas de papel”, voltando ao Bom Rini, um ano depois; 27. Lua das Águas Quentes – 29 de dezembro de 2007 a 06 de janeiro de 2008 – Goiânia - primeiro reveillon em Goiânia, primeira vez padrinhos, do casamento do meu irmão Vinícius com a Claudine, conhecemos nossa sobrinha Luana, primeira vez que a Viviane come pequi e primeira vez na Pousada do Rio Quente; 28. Lua da Viola – 19 e 20 de janeiro - Rio - primeira vez juntos num restaurante vegetariano e, no dia seguinte, primeira vez juntos numa churrascaria rodízio (Porcão); 29. Lua de Estrela – 02 a 05 de fevereiro – Rio - em mais um carnaval, primeiros planos para o nosso casamento num guardanapo, primeira vez assistindo juntos “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”, um dos meus filmes favoritos, primeiros petit gateau caseiros, receita da Viviane, primeiro passeio em Roda Gigante (a Roda Skol); 30. Lua de Oscar – 23 e 24 de fevereiro – Sampa - primeira maratona de cinema, dois filmes por dia; 31. Lua de Darwin – 08 e 09 de março – Rio - exposição de Darwin e primeira vez na Quinta da Boa Vista, com exposição de dinossauros e Zoo com leão rugindo; 32. Lua de Caxambu – 15 e 16 de março –Jundiaí - primeiro tour por pontos turísticos de Jundiaí (incluindo o bairro bucólico de Caxambu), primeira visita ao terreninho da Viviane, e primeira visita ao lindo Espaço Monte Castelo onde será a nossa cerimônia de casamento; 33. Lua de Paquetá – 21 a 23 de março – Rio - primeira visita a Paquetá, primeiro Joe and Leo’s, onde a Viviane provou o primeiro hamburguer veggie; 34. Lua Boa – 19 e 20 de abril – Rio - primeiro musical no Rio (Os Produtores), primeiro risotto preparado pela Viviane; 35. A próxima deverá a Lua de Tabuleiro, em Sampa e Jundiaí, nos dias 10 e 11 de maio, quando tentaremos jogar jogos de tabuleiro ("Imagem e Ação" ou "Master"), pela primeira vez!
Ah! E quando nos casarmos e ela se mudar para o Rio, será a nossa Lua Cheia. E a nossa viagem de núpcias, a Lua Cheia de Mel. Assim nossas Luas continuarão, de preferência pra todo o sempre!
Escrito por Vladimir às 21h18
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Alecrim
Um dos temperos que Remy, o ratinho de Ratatouille, mais gosta é o alecrim. Por causa da animação da Disney/Pixar, eu comecei a usar esse tempero para mim também, dá um toque ligeiramente ácido, gostoso, sobretudo perfumado. E qual foi meu agrado que esse também é o tempero favorito do personagem de João Miguel no filme Estômago, tanto que ele até ganha o apelido de Alecrim.
Lembrei-me da musiquinha da minha infância:
Alecrim, alecrim dourado Que nasceu no campo Sem ser semeado
Aliás, não deixa de ser mais uma palavra para entrar na lista das mais belas, né, gostosa de falar. Será que tem a mesma origem que Alegre? O Hoauiss diz que não, que Alegre vem do latim Alecris e Alecrim do árabe Al-Iklil. Que feio.
Mais curioso é o nome em inglês para o alecrim: Rosemary, cuja origem não tem nada a ver com rosa nem com o nome próprio feminino (muito menos com marijuana, como cheguei a pensar). Vem do nome científico em latim para a planta: Rosmarinus. Que por sua vez significa, veja só que poético, orvalho do mar!
Bem, por fim, não consegui entender o que o alecrim pode ter a ver com orvalho do mar. Era uma planta típica do mediterrâneo, acho que é por aí. Mas, tudo bem, que delícia de expressão para uma delícia de especiaria, né?
Escrito por Vladimir às 17h22
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
 |
| [ ver mensagens anteriores ] |
|
 |



|
|
Canto do Vladimir
Perfil
Nome: Vladimir Batista
Idade: 37
Nasceu: Goiás
Mora: Rio de Janeiro
email: vladimir.batista@gmail.com
Conteúdo
Blog de Vladimir Batista, 37, sobre cinema, curiosidades (etimologia (origem das palavras), dicionário, cultura inútil, rankings (top10, top5,...)), música, TV, literatura, minhas criações (letras, poemas, contos, romances, novelas, roteiros de cinema, argumentos), atualidades, minha vida, etc...
|
Histórico
01/10/2009 a 31/10/2009
01/09/2009 a 30/09/2009
01/08/2009 a 31/08/2009
01/07/2009 a 31/07/2009
01/06/2009 a 30/06/2009
01/05/2009 a 31/05/2009
01/04/2009 a 30/04/2009
01/03/2009 a 31/03/2009
01/02/2009 a 28/02/2009
01/01/2009 a 31/01/2009
01/12/2008 a 31/12/2008
01/11/2008 a 30/11/2008
01/10/2008 a 31/10/2008
01/09/2008 a 30/09/2008
01/08/2008 a 31/08/2008
01/07/2008 a 31/07/2008
01/06/2008 a 30/06/2008
01/05/2008 a 31/05/2008
01/04/2008 a 30/04/2008
01/03/2008 a 31/03/2008
01/02/2008 a 29/02/2008
01/01/2008 a 31/01/2008
01/12/2007 a 31/12/2007
01/08/2007 a 31/08/2007
01/05/2007 a 31/05/2007
01/04/2007 a 30/04/2007
01/03/2007 a 31/03/2007
01/02/2007 a 28/02/2007
01/01/2007 a 31/01/2007
01/12/2006 a 31/12/2006
01/11/2006 a 30/11/2006
01/10/2006 a 31/10/2006
01/09/2006 a 30/09/2006
01/08/2006 a 31/08/2006
01/07/2006 a 31/07/2006
01/06/2006 a 30/06/2006
01/05/2006 a 31/05/2006
01/04/2006 a 30/04/2006
01/03/2006 a 31/03/2006
01/02/2006 a 28/02/2006
01/01/2006 a 31/01/2006
01/12/2005 a 31/12/2005
01/11/2005 a 30/11/2005
01/10/2005 a 31/10/2005
01/09/2005 a 30/09/2005
01/08/2005 a 31/08/2005
01/07/2005 a 31/07/2005
01/06/2005 a 30/06/2005
01/05/2005 a 31/05/2005
01/04/2005 a 30/04/2005
01/01/2005 a 31/01/2005
01/12/2004 a 31/12/2004
01/11/2004 a 30/11/2004
01/10/2004 a 31/10/2004
01/09/2004 a 30/09/2004
01/08/2004 a 31/08/2004
01/07/2004 a 31/07/2004
|
 |

|
|
 |