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100% atitude
Morro de rir com uma propaganda do Canal Sony, no qual a mãe chega com fantasias para os três filhos pequenos, que comemoram entusiasmados. O do canto direito ganha a fantasia do Zorro, o do canto esquerdo do Homem-Aranha. O do meio chega a dançar de expectativa esperando a sua fantasia, que é a do... Gladiador, com saiote e sapatilhas romanas. A cara do moleque decepcionado é impagável!
Escrito por Vladimir às 08h31
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Ponto Final – Match Point

Gozado, tanto Ponto Final, esse bom filme de Woody Allen, quanto outros da safra do Oscar, como Johnny e June e O Segredo de Brokeback Mountain, falam da falta de coragem do sexo masculino de enfrentar o comodismo de uma relação para assumir um grande amor. Em Brokeback Mountain, o peão opta pela mediocridade padrão para não enfrentar uma situação condenada pela sociedade. Em Johnny e June, o cantor passa mais de uma década casado com uma mulher e apaixonado por outra, e foi preciso a esposa tomar uma atitude para que a situação mudasse.
E em Ponto Final, essa fraqueza do sexo (supostamente) forte chega a seu limite. No filme, o rapaz protagonista casa-se com uma mulher de uma família rica e tradicional inglesa, mas é apaixonado por uma atriz americana (a sensual Scarlett Johansson, cada vez mais bela). Na dúvida, o rapaz deixa - ao não tomar uma decisão - sua vida entrar num inferno. A estória é bem construída e com boas cenas de sexo, mas não tem muitas surpresas, a não ser um inesperado toque final. Fico pensando que Woody Allen deve ter pensado o filme todo a partir da singela mas genial idéia do fim do filme. E para quem já leu Crime e Castigo, de Dostoievski, há a curiosidade de reproduções quase literais, bem legal.
Mas, voltando ao assunto anterior, é incrível como uma solução (em tese) simples, como terminar uma relação por amar outra pessoa, pode ser difícil ou às vezes impossível. Essa triste constatação tem especialmente me deprimido ao ver os candidatos a Oscars. Mas só o fato de incomodar já torna os filmes mais interessantes que a média, né?
Escrito por Vladimir às 08h35
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O Brasil nos filmes estrangeiros
No último Festival do Rio, eu tentei assistir a um documentário chamado Olhar Estrangeiro, mas não consegui. Gosto do tema: a visão que filmes estrangeiros têm do Brasil. Acho sempre curioso quando uma produção americana se passa hipoteticamente no Brasil. Nunca me esqueço daquele episódio de 007 no qual James Bond luta contra o bandido com mandíbulas de aço no Pão-de-Açúcar. Depois, quando visitei o próprio bondinho, fiquei reparando se era possível rasgar o cabo com uma dentada como no filme, rs. De qualquer forma, fico surpreso que nunca nenhum filme ou novela brasileiros fizeram uma cena de ação nesse ponto turístico carioca.

Ainda sobre o olhar estrangeiro, a lembrança mais remota que tenho foi um episódio de uma série (acho que foi O Homem de Seis Milhões de Dólares), em que o personagem está num prédio numa rua com palmeiras e ele diz que é a “Rua Paissandu”, que existe mesmo e que realmente tem palmeiras. De repente, ele escapa do prédio através de uma daquelas providenciais escadas de incêndio externas de filmes que, claro, não existem no Brasil. Outro detalhe foi que ele acaba por encontrar o bandido num belíssimo... cassino carioca.
Lembrei disso, porque boa parte do último episódio da série Alias se passa no Rio. A agente da CIA Sydney Bristow (Jennifer Gardner), combina encontrar o bandido numa praça. Até que parecia algum largo do centro carioca, e Sydney está lá sentada em contato por rádio com o QG da CIA. De repente, um telefone público (por sinal, nada a ver com os nossos orelhões) toca. Ela atende e o bandido a instrui para pegar um túnel de pedestres ali perto que daria num certo “Prédio Alves”. Tudo bem que nada disso existe, mas até agora estava razoavelmente verossímil. Quando ela está dentro do túnel o geniozinho da CIA, Marshal, lá do QG, percebe um detalhe surpreendente: “Temos um problema! Vamos perder contato com ela, pois esse túnel foi reforçado após o terremoto de 1944!”. Hãã? Terremoto no Brasil? E ainda com uma data tão específica, 1944? Com essas informações tão confiáveis, não me admiro que a CIA não consiga pegar o Bin Landen, né?
Escrito por Vladimir às 08h06
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A Novela Qualy e o Franguinho Lek-Trek
Eu adoro quando a menina da margarina Qualy da Sadia fala “Ihh, o franguinho ficou todo zoado!”. Somente quem é muito reparador lembra que existe uma novelinha que vem sendo contada por mais de uma década, que reuniu a família que aparece na propaganda. Eu mesmo não junto toda a trama. Mas me lembro que na primeira propaganda havia um menino sardento - agora adulto - que resolve ajudar o pai a conquistar a vizinha nova. Daí não me lembro mais a sequência, mas parece que o menino arranja uma garota também sardenta, e daí namoram, casam e têm filhos, é isso mesmo? A idéia é legal, mas as propagandas são tão bissextas que será que há quem realmente acompanhe toda a novela da margarina Qualy?

E já que estou falando da Sadia (e de cultura inútil), vocês sabiam que aquele franguinho tem nome? É Lek-Trek, nome escolhido nos anos 80, acho que num concurso. Só me lembro disso porque tinha um amigo que parecia o frango e que ganhou o apelido de Lek-Trek. É um nome simpático, por que será que nunca mais foi mencionado, né?
Escrito por Vladimir às 07h41
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Johnny e June

Gostei de Johnny e June (Walk the Line), sobre a vida do cantor americano Johhny Cash, em especial seu amor e sua longuíssima corte à também cantora e comediante June Carter. Quando se encontram, ambos já têm outras vidas; são casados e com filhas. Mas também são fãs da música um do outro e se tornam muito amigos. Acho que um casal para dar certo tem de rolar isso, né, um ser o ídolo do outro. Os melhores momentos do filme são justamente no início da amizade dos dois nos anos 50, quando excursionam juntos com Elvis Presley, Jerry Lee Lewis, entre outros. Também é parte mais musical, aliás como cantam bem os atores, até aprendi a gostar da música deles, um rockn’roll com levada country...
Do meio para o fim o filme se foca demais nos problemas de drogas de Cash e achei que ficou meio chato, o personagem real perde o carisma. Além disso, achei que o primeiro casamento dele se arrastou demais, o que ilustra a tese de que o homem sempre tem menos iniciativa de terminar um relacionamento quando encontra outro amor. O que vale no filme todo é a química de Joaquim Phoenix com a Reese Witherspoon que formam um dos melhores casais do cinema dos últimos tempos.
Escrito por Vladimir às 07h34
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Topas um happy-hour no bar da Ally McBeal? *pisc

Às vezes, vendo as séries na TV, dá vontade de morar nas cidades onde o seriado é ambientado. Dá vontade de ser vizinho dos Friends ou do Seinfeld em New York, peruar suas conversas respectivamente nos diners Central Perk ou Tom`s Restaurant. Se bem que dá medo de cruzar na cidade com as mulheres de Sex and the City, que são capazes de te devorar vivo. Por outro lado, a cada vez que vejo ER, chego à conclusão que nunca moraria em Chicago. Céus, que lugar mais frio, chuvoso; parece que todas as casas são escuras e úmidas, sem contar que se o Kovac não estiver de plantão, a gente pode morrer fácil no pronto-socorro nas mãos de um Morris da vida.
Mas a cidade que mais me chama a atenção nas séries é Boston. Desde Ally McBeal, passando por Justiça Sem Limites ou Crossing Jordan, me passa a imagem que a cidade é totalmente musical e que as pessoas são meio malucas mas extremamente bem-humoradas. Claro que essas impressões que as séries passam certamente são falsas, mas sonhar não custa nada, né? Eu daria tudo para ter perto de casa o bar onde os personagens de Ally McBeal frequentavam, para ver Ally namorando Larry Paul, a Vonda Sheppard ou qualquer outro personagem cantando ou, se dermos sorte, artistas como Barry White, que ressucitaria só para uma última apresentação especial de You`re the first, the last, my everything, para delírio do advogado baixinho John Cage. Cool!
Escrito por Vladimir às 08h01
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Mais Oscar
No último fim de semana assisti Boa Noite e Boa Sorte e O Segredo de Brokeback Mountain. Gostei dos dois, mas não cheguei a me impressionar.

O filme do George Clooney é interessante, principalmente na mistura de cenas reais e representadas, mas é muito curto; não chega a acontecer muita coisa. Eu esperava mais e, na mesma linha de thriller político, gostei mais de O Jardineiro Fiel.
Já o romance de peões do Ang Lee não é nenhum espetáculo, mas também não é uma decepção. É um bom filme, bem representado, talvez longo demais. Tem uma ou outra cena ousada, e tem algo num dos personagens que me identifiquei: a solidão devido às circunstâncias e a total falta de força de mudar isso.
Acho que ambos valeram o ingresso, mas dos indicados ao Oscar principal que vi, ainda acho Crash – No Limite, entrelaçamento de histórias sobre preconceito, o melhor.
E desses cinco indicados a melhor filme falta só ver Capote.
Escrito por Vladimir às 07h27
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Propagandas na TV
Costumo falar sempre mal de propagandas na TV, principalmente as de carro, banco, celular e cerveja, que sempre primam por chuva de efeitos especiais, poucas idéias boas e muito mau gosto. Mas estou gostando da série de propagandas do Bradesco. Uma delas, institucional do estilo “auto-ajuda”, que geralmente eu não gosto, vai completando um quebra-cabeças e sempre a última peça que entra é a que faz diferença na vida da gente. Achei as soluções engenhosas.
Continuando a série, achei dispensável uma que as pessoas derretem na praia, que podre... Mas adorei particularmente aquela em que um cursor de mouse vai retirando as nuvens do céu, cada uma representando uma atividade bancária, ao som de O dia que o Sol declarou seu amor pela terra, de Jorge Ben Jor.

Curioso é que o corinho “Eu sou o sol, eu sou o sol”, antes de entrar a música acontece mesmo na versão ao vivo da música e combina com a propaganda, que abre o refrão junto com a visão da praia ensolarada: “Eu sou o sol, sou eu quem brilha, pra você, meu amor”. Um caso raro em que tudo se encaixou bem, bem ao espírito da campanha.
Por outro lado tem uma propaganda terrível do Santander Banespa que está martelando em todos os horários nobres. Nela, ao som de trilha-estilo-Jornal-Nacional-em-dia-histórico, alguns jogadores da seleção aparecem... não fazendo nada. Simplesmente surgem com a camiseta do banco e dizendo que os melhores do mundo usam o melhor do mundo. Céus, que falta de imaginação! Parece que gastaram tanto para contratar os atletas que dispensaram o roteirista, redator, produtor, editor, todo o resto. Pior que acho que vamos ter de aguentar essa campanha até a Copa...
Escrito por Vladimir às 07h41
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Sobre o Oscar
Para melhor ator e atriz há duas barbadas: Philip Seymour Hoffman (nunca ouvi falar) que faz o escritor Capote no filme homônimo e a Felicity Huffman (a Lynette, mãe dos pestinhas da série Desperate Housewives), que faz um papel de um homem transexual no filme Transamerica, o que é no mínimo curioso. Mas estou com vontade mesmo é de ver o desempenho do casal Joaquim Phoenix e Reese Witherspoon, ambos também indicados, no filme Johnny e June, sobre o romance da vida do cantor Johnny Cash, que estréia no próximo findi. A Reese, conhecida pela boa comédia Legalmente Loira, sempre manda bem, seu filme Eleição é um dos meus favoritos, além de outras performances dignas de nota como em Medo e Segundas Intenções.
Para atriz coadjuvante a favorita é a Rachel Weisz (que fizera a mocinha de A Múmia), provavelmente o único Oscar do filme do Fernando Meirelles, O Jardineiro Fiel. Ela, além de interpretar realmente bem, está muito bonita no filme, há umas cenas que ela aparece grávida e nua, linda.
Para ator coadjuvante, talvez ganhe o George Clooney no filme Syriana, sobre a indústria do petróleo, para compensar o fato que ele não vai ganhar como diretor de Boa Noite e Boa Sorte. Ainda não vi Syriana, mas acho que eu daria esse Oscar para o Matt Dillon, que faz um policial racista, nojento mas também humano, em Crash - No Limite. Vejam os indicados:
Melhor ator Philip Seymour Hoffman - Capote Terence Howard - Hustle & Flow Heath Ledger - O segredo de Brokeback Mountain Joaquin Phoenix - Johnny e June David Strathairn - Boa noite, e boa sorte
Melhor atriz Judi Dench - Sra. Henderson Apresenta Felicity Huffman - Transamerica Keira Knightley - Orgulho e Preconceito Charlize Theron - Terra Fria Reese Witherspoon - Johnny e June
Melhor ator coadjuvante George Clooney - Syriana Matt Dillon - Crash - no limite Paul Giamatti - A luta pela esperança Jake Gyllenhaal - O segredo de Brokeback Mountain William Hurt - Marcas da violência
Melhor atriz coadjuvante Amy Adams - Junebug Catherine Keener - Capote Frances McDormand - Terra fria Rachel Weisz - O jardineiro fiel Michelle Williams - O segredo de Brokeback Mountain
Escrito por Vladimir às 07h41
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Top10 Minhas Músicas Brasileiras Favoritas de Todos os Tempos

1) Felicidade (Vinícius de Moraes e Tom Jobim) – Nara Leão 2) Rosa (Pixinguinha e Otávio de Souza) – Marisa Monte 3) Fim de Semana no Parque (Mano Brown) – Racionais MCs 4) Três Apitos (Noel Rosa) – Maria Bethânia ou Aracy de Almeida 5) Puteiro em João Pessoa (Rodolfo Abrantes) – Raimundos 6) Noite do meu bem (Dolores Duran) – Nana Caymmi 7) Menti pra você mas foi sem querer (Rubinho Troll) – Pato Fu 8) Manhã de Carnaval (Luís Bonfá e Antônio Maria) – Nara Leão 9) No Swing do Ara (Clóvis Cruz e Birro Pacheco) – Ara Ketu 10) Eu Só Penso Em Você (George Israel e Paula Toller) – Kid Abelha 11) Mantenha o Respeito (Marcelo D2, Rodrigo Nut’s e Zé Gonzales) – Planet Hemp 12) Pela Luz dos Olhos Teus (Vinícius de Moraes) – Miúcha e Tom Jobim
Escrito por Vladimir às 07h29
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Os indicados do Oscar 2006
Do Oscar, por enquanto só assisti dois indicados para melhor filme: Munique e Crash – No Limite. Segue a lista dos cinco e meus comentários:

O segredo de Brokeback Mountain, de Ang Lee Esse filme está sendo considerado o favorito, e deve estrear já. Trata-se da estória da relação de amizade e amor entre dois peões do interior americano (eu não diria cowboys, pois não se passa no velho oeste e sim nos anos 60). O taiwanês Ang Lee (de O Tigre e o Dragão) também sabe fazer filmes delicados, como vimos em Razão e Sensibilidade. Meu receio é que esse Brokeback Mountain só esteja sendo propalado pelo fato de ser um romance gay. Para mim não basta isso para surpreender, precisa ser uma estória criativa, com um roteiro bem montado, será que rola?
Capote, de Bennett Miller Baseado numa estória real, quando o famoso escritor Truman Capote (autor de Bonequinha de Luxo), nos anos 50, resolveu escrever um livro sobre dois rapazes condenados à morte por assassinato. Ele se identifica totalmente com um dos rapazes e cria uma relação forte com ele. Pareceu-me um mote interessante, pois o escritor passa viver um dilema entre desejar ou não a conclusão da pena. Ao mesmo tempo que não quer que o rapaz querido morra, ele também quer concluir seu livro (que se tornaria sua obra-prima A Sangue Frio) e publicá-lo logo.
Munique, de Steven Spielberg Vi esse filme no fim de semana e confesso que não gostei muito. Trata-se da estória da caçada aos terroristas que mataram 11 atletas israelenses em 1972. O filme é um ritual para buscar e executar cada um desses palestinos, lembrando às vezes um episódio de Missão Impossível, entremeado com uma discussão (ainda atual) se a vingança é válida ou não. Essa polêmica até que é bem tratada no filme, mas achei a trama em si meio aborrecida e longa demais. Spielberg ainda está em dívida comigo, o último filme dele que gostei foi Prenda-me Se For Capaz.
Crash - No Limite, de Paul Haggis Esse filme está em cartaz já há algum tempo, e eu já tinha visto no Festival do Rio. Trata-se de um desfile de dezenas de personagens em Los Angeles naquele esquema de estórias entrelaçando entre si (às vezes de maneira inacreditável), como Short-Cuts - Cenas da Vida, do Robert Altman. Todas as tramas giram em torno do tema do preconceito de raças e origens. Há várias cenas de perder o fôlego, e as coincidências são muito bem boladas, além de ótimas interpretações. Gostei muito, mereceu estar aqui.
Boa Noite, e Boa Sorte, de George Clooney Fala da época nos EUA (anos 50) em que havia forte perseguição a pessoas com um mínimo de idéias comunistas, a Caça às Bruxas, ou Macarthismo, pois foi promovida pelo Senador McCarthy. No foco, um jornalista que luta contra essa censura inspirado no pai (real) do George Clooney. O eterno pediatra de ER – Plantão Médico dirige o filme em preto-e-branco, que me pareceu bem legal, estou curioso.
Escrito por Vladimir às 07h31
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Canto do Vladimir
Perfil
Nome: Vladimir Batista
Idade: 37
Nasceu: Goiás
Mora: Rio de Janeiro
email: vladimir.batista@gmail.com
Conteúdo
Blog de Vladimir Batista, 37, sobre cinema, curiosidades (etimologia (origem das palavras), dicionário, cultura inútil, rankings (top10, top5,...)), música, TV, literatura, minhas criações (letras, poemas, contos, romances, novelas, roteiros de cinema, argumentos), atualidades, minha vida, etc...
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