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Eterno Brilho de uma Mente sem Lembranças
Pra mim, até agora, é o melhor filme do ano

Filme bom é aquele que a cada dia que passa depois de vê-lo, a gente pensa num aspecto diferente. Assim tem sido com a película “Eterno Brilho de uma Mente sem Lembranças” (Eternal Sunshine of a Spotless Mind) que vi na sexta passada e, desde então, todos os dias eu me flagro tendo uma idéia diferente, um olhar singular sobre suas imagens.
Vários bons filmes já trataram da memória, das fases complexas de um relacionamento amoroso, de sonhos, das nossas lembranças secretas, das ironias do destino, mas o hábil roteirista de “Eterno brilho...” (Charles Kaufman, do maluco “Quero ser John Malkovich”) conseguiu falar sobre tudo isso de uma maneira inteligente, mas também pop, que não viaja demais como o fazem certos filmes de arte. Aqui ele usou e abusou da idéia dos “fragmentos” de memórias que habitam nossa mente, em imagens muito criativas. A fragmentação também foi abordada por Jorge Furtado em “O Homem que Copiava” (para mim, o melhor filme de 2003); não há nada mais moderno que isso neste mundo cybernético onde todos nós somos enciclopédias de pedaços de informação.
Um tímido Jim Carrey e uma maluquinha Kate Winslet estão ótimos como casal, muito carismáticos e com química e os coadjuvantes, encabeçados pela Kirsten Dunst, estão muito bem também. O filme fala de um suposto recurso de se apagar determinadas lembranças que é apresentado como se tudo fosse uma operação simples feita por um consultório cafonérrimo, e investiga o que se passa na cabeça de alguém que vê tais lembranças lhe escapando aos poucos. Essas memórias tem a ver com o amor da vida do personagem, e mais não vou contar para não estragar (e para esse post não se alongar). Mas o mais intrigante do filme é seu final, que é ao mesmo tempo tão simples e tão complicado... Venho pensando sistematicamente no significado desse desfecho, e ainda não cheguei a uma conclusão.... Só vendo mesmo.
Enfim, recomendo esse filme eterno, brilhante, mental e memorável (sorry, não resisti ao trocadilho...), que já é o melhor do ano, na minha opinião, e aproveito para mostrar aqui um primeiro ensaio para o meu futuro Top10 de melhores filmes de 2004:
1) Eterno Brilho de uma Mente sem Lembranças
2) As Bicicletas de Belleville
3) Homem-Aranha 2
4) Moça com Brinco de Pérola
5) Dogville
6) Como se fosse a primeira vez (50 first dates)
7) Encontros e Desencontros
8) Efeito Borboleta
Escrito por Vladimir às 07h48
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Salma Hayek como Frida Kahlo
Escrito por Vladimir às 14h03
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Os intervalos comerciais estão cada dia mais podres…
...mas há pelo menos uma propaganda não menos que sublime
Antigamente, eu não costumava sair da sala nem mudar de canal na hora do plim-plim, porque eu realmente gostava de assistir aos comerciais. Mas já se foi o tempo que as propagandas no Brasil eram criativas no ponto certo, cheias de ótimas idéias, que ganhavam prêmios em Cannes e pelas quais enchíamos o peito e dizíamos que estavam entre as melhores do mundo. E olha que eu nem tô falando dos comerciais de lojas de eletrodomésticos (como os irritantes Casas Bahia e Ponto Frio), que sempre foram de um gosto mais popular-brega (apesar de terem piorado muito ultimamente). Nem quero mencionar os comerciais de bancos e financeiras, que deviam até ser proibidos por serem um atentado à inocência do povo, ao prometer que atendem o cliente como rei e que resolvem toda a vida do pobre otário com dinheiro fácil. Ora, dinheiro fácil são os bilhões de lucro que os bancos têm anualmente, que fazem com que os banqueiros, especuladores e outros escroques, esses sim, tenham vidas de rei.
Mas os comerciais que têm mais me decepcionado são os de bem de consumo, carro, cerveja e refrigerante, por exemplo, que sempre primaram pela criatividade e/ou humor, e que ultimamente estão ruins de doer. Juntam-se a eles as propagandas das operadoras de telefonia e de fabricantes de celulares, que também estão podres, podres. Carregam nos efeitos especiais, na contratação de artistas famosos, na idolatria artificial dos produtos, nas mensagens chatas de auto-ajuda, na repetição de bordões e jingles idiotas, e não se esforçam para ter uma boa idéia, que seja simples, sensível e engraçada. Não aguento mais aquele “nanana” da Brahma, ou aqueles caranguejos do Ford Eco Escort. Ou ainda as bundas da maioria das propagandas de cervejas e refrigerantes e os queixos exageradamente caídos e olhares embasbacados de pessoas que se deparam com o novo modelo de celular ou de automóvel. Quando surge alguma idéia mais ou menos, como o “mulhegada” da Nova Schin, estressam tanto o tema que conseguem torná-lo totalmente débil. Cadê o jingle da bala de leite Kids? Ou o Guaraná Taí "gostoso como um beijo"? Ou ainda o João Gilberto cantando a canção da Brahma Chopp?
Só não posso dizer que os brasileiros hoje são os piores comerciais do mundo, porque os de fora também são horríveis, como podemos ver em peças como a super-produção sem-graça da Pepsi, ou todas as propagandas dubladas de comésticos femininos. O pior é que os tempos dos intervalos estão cada vez maiores. Enfim, bendito seja o controle remoto e a arte de zapear, né?
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Por isso, num mar de idiotices, acho louvável um comercial sensível como o do bombom Sonho de Valsa. Acredito que era pra ser especial só para o dia dos namorados, mas é tão lindo que perdura até hoje. Numa bela tela cor-de-rosa, meio onírica, belas frases vão aparecendo, seguidas pausadamente das aspas e do autor:
“Meu amor por você, corta o fôlego e a palavra” – Shakespeare
“Que o amor seja o único tema de nossas canções” - Goethe
Não me lembro a música de fundo, mas ficou na minha memória algo belo e simples. Por fim, aparece um bombom sonho de valsa, seguido igualmente das aspas e da assinatura: Eu.
Perfeito: simples, barato, tocante, criativo, atinge o público alvo, fixa o produto.
Por que, oh céus, por que não fazem mais propagandas como essa no Brasil?
Escrito por Vladimir às 07h15
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Frank Sinatra
Frank Sinatra
Quando foi que você se apaixonou por ele?

Uma vez o Veríssimo começou uma crônica declarando que o mundo está dividido em duas partes: entre os que dividem o mundo em duas partes e os que não dividem. Como sou do primeiro time eu, por exemplo, divido o mundo entre os que amam Frank Sinatra e os que amarão! Nesse assunto, hoje eu sou do primeiro time, mas há muito pouco tempo atrás, eu era do segundo.
Lembrei disso porque outro dia ouvi um belo especial dele na rádio MEC FM aqui do Rio. Estava presente no estúdio um expert brasileiro do “Old Blue Eyes”, chamado, creio, Carlos Brainer (conhecido como Carlos Sinatra, rs) que situou exatamente, e com detalhes impressionantes, o momento em que ele passou a gostar de Frank. Segundo ele, foi quando ele tinha oito anos, no consultório de seu dentista “Fulano”, que ficava na Praia de Botafogo esquina com rua “Tal”, que, durante a consulta, sintonizou uma rádio “tal”, que tocou “tal” canção. Completou que ele ficou tão hipnotizado pela voz do homem, que nem se importou com o tratamento, disse que poderia extrair radicalmente um dente que ele não sentiria. “Iiiirc!”, arrepiei, imaginando a cena.
Lembrei-me que eu também posso situar com precisão quando eu passei a gostar de Frank Sinatra, mas no meu caso é pelo fato de ter sido há menos de dois anos atrás. Antes, ele sempre foi pra mim uma curiosidade romântica da música americana. Eu só pensava nele ou cantando músicas melosas devagar-quase-parando, ou berrando “New York, New Yooooooork!”. Isso começou a mudar quando revi, num ônibus interestadual, o filme “Do que as Mulheres Gostam”, com o Mel Gibson. A película é permeada de canções de Sinatra, em especial a linda “I won’t dance”, durante a qual Mel faz uma dança com chapéu e cadeira à moda de Fred Astaire. Da mesma maneira que o garoto no dentista, fiquei maravilhado com a voz, o ritmo, a instrumentação, e passei a buscar mais músicas daquele novo Sinatra que eu estava conhecendo. Em oposição às músicas melosas pelas quais eu o identificava, conheci swings, ao estilo das big-bands, irresistíveis que, só de ouvir, dá vontade de estalar os dedos, sapatear ou começar a dançar pra-lá-e-pra-cá com nosso amor.
Por fim, por indicação da Cláudia, que também adora o Frank, passei a assistir uma série de especiais no Multishow, chamado “A man and his music”, e aí me apaixonei de vez. Ele não é só um ótimo cantor, tem um carisma singular, é muito engraçado em seus comentários cheios de ironia (e auto-ironia), mas também entoa de um modo único todos os seus sucessos. Um verdadeiro gênio da interpretação, que nunca vi igual. E aí, passei a gostar até das músicas mais românticas, e dos berros “New Yoooooork” e “My Waaaaaay”, que coisa…
E na próxima vez que eu for ao dentista, vou tentar escolher a trilha sonora, para ver se encaro melhor as brocas e afins.
Escrito por Vladimir às 08h31
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Atletismo – o doping “invisível”
Carl Lewis é um ídolo eterno ou uma vergonha da memória olímpica?
Falando sobre Olimpíada e idolatria, um grave assunto tem me intrigado. Li sobre uma tal de THG, um esteróide anabólico “invisível” que só em 2003 os cientistas conseguiram fazer com que fosse detectado nos testes anti-doping. Isso significa que, até o ano passado, temos razões para desconfiar que grandes desempenhos olímpicos podem muito bem ter sido motivados pela alavanca ilegal do doping. E agora? Quem usava e quem não usava? Quem era realmente um atleta admirável, e quem era um vergonhoso trapaceiro? É triste, mas essa dúvida pode nunca ser dissipada.
Ficou clássica aquela “insinuação” de Joaquim Cruz nas Olimpíadas de Seul em 1988, quando ele achou “estranho” a mudança repentina do porte da velocista Florence Griffith Joyner, recordista dos 100 e 200 metros, mas que nunca deu resultados positivos em seus testes anti-dopings. Logo depois, essa atleta “extraordinária” parou de correr e morreria com 38 anos em circunstâncias nebulosas. Se já tínhamos motivos para realmente desconfiar dela, com a descoberta dessa droga sua história está mais manchada do que nunca. Já pensou se ela era inocente, que tristeza? Mas pior ainda se formos pensar no maior atleta olímpico de todos os tempos, o Carl Lewis, que ganhou a bagatela de 9 medalhas de ouro em 4 Olimpíadas. Fala sério, se a aclamada eleição de Atleta do Século tivesse sido realmente no final do século (foi em 1981), Pelé poderia perder o título tranquilamente para Carl, um fenômeno espetacular do fim de século. Mas e aí? Será que ele estava limpo? Será que seu desempenho foi legal? Ou será que ele foi o maior enganador de todos os tempos? E ele é apenas um dentre centenas, quiçá milhares de campeões dos últimos anos sobre os quais nunca vamos saber de a lisura de seus feitos. Será que esses cientistas conseguem elaborar testes retroativos para dirimir qualquer dúvida quanto a esses ídolos?
O mais triste de tudo isso é que, se criaram essa droga “invisível”, quem me garante que essa indústria já não fabricou um novo esteróide ainda mais potente, e ainda mais indetectável? Afinal, historicamente no nosso planeta, os avanços da tecnologia sempre caminham nas duas estradas, do bem e do mal, né? Será que nunca mais vamos poder ver uma competição de atletismo sem termos certeza que estamos vendo só homens e mulheres superando limites de homens e mulheres?
Leiam aqui essa matéria da UOL sobre a renovação da equipe de atletismo americana, por causa do novo anti-doping.
Escrito por Vladimir às 07h05
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A arte de ter ídolos
Ou por que eu já soube de cor a coreografia de Thriller
Uma vez perguntaram numa entrevista em grupo para emprego qual era o ídolo de cada um. Deram as respostas básicas, Rolim Amaro da TAM (era sua época de ouro), Bill Gates, Jesus Cristo e eu mesmo respondi Nelson Mandela. Mas a verdade é que apesar de admirá-lo, não posso dizer que o líder sul-africano é um ídolo meu. Pois ter ídolo não é só admirar. É ler tudo sobre ele, colecionar artigos em jornal, decorar frases, imitar atitudes, aplicar ensinamentos, defender com unhas e dentes ante a críticas, etc, e nunca fui um fã dessa maneira do Mandela. Mas a idolatria é um assunto que me fascina e já tive meus ídolos. O Leonel Brizola, que morreu há pouco, foi um dos primeiros ídolos, mas também foi um dos que mais me fez decepcionar com a política de um modo geral...
Mas meus ídolos maiores sempre foram no mundo da arte. Pior que, também nesse caso, os meus tradicionais ídolos estão numa fase fraquinha. Por exemplo, a cantora Suzanne Vega, o conjunto Sepultura, os Beastie Boys... Todo mundo meio em baixa... O Michael Jackson então nem se fala... O Prince, pelo menos, está ensaiando um retorno em bom estilo (espero eu), depois de uma década também em baixa. Talvez quem eu goste muito entre os artistas de hoje sejam o Lenny Kravitz ou a Macy Gray (aliás vai ter show dela aqui no Rio, yes!), e aqui no Brasil, os Los Hermanos, além dos eternos Frank Sinatra, Noel, Tom, Vinícius. No cinema, gosto da Nicole Kidman, do John Travolta, aqui no Brasil, da Glória Pires, da Leandra Leal, do Tarcísio Meira... De cineastas, amo o chinês de Hong-Kong John Woo, mas o último filme que vi dele, Paycheck, é tão fraquinho... Dos autores brasileiros, gosto de alguns escritores de novela, como o Walcyr Carrasco... Ultimamente tenho ganhado meus ídolos da literatura, como Shakespeare, Kafka, Guimarães Rosa, Machado de Assis, e atuais como o Moacyr Scliar... Mas, qualquer que seja a área, não sou nem sombra do fan-club-man de antigamente.
Eu estava pensando que uma das coisas que fez com que eu perdesse um pouco do gosto de ter ídolos foi a Internet. Sim, porque antigamente eu fuçava em sebos por publicações antigas que falavam, por exemplo, da Suzanne Vega, anotava e decorava todas suas letras, recortava as raras aparições dela, cortava o cabelo como o do Mike Patton do Faith No More, procurava discos raros do Prince, gravava e imitava as coreografias do Michael Jackson, aguardava ansiosamente chegar na minha cidade os discos novos dos Beastie Boys ou do Sepultura, encomendava VHS’s do John Woo de amigos que iam aos EUA... Hoje em dia, com tudo tão ao alcance do Google, essa ânsia de saber e ter coisas do ídolo ficou meio sem graça, não acham? Será que foi a arte de se ter ídolos que se trivializou demais ou será que a idolatria sempre foi banal e só percebi isso agora que estou mais velho?
Escrito por Vladimir às 08h27
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Olimpíada – Futebol Masculino
Até o Iraque vai pra Atenas...
Vou começar meio mal-humorado este blog falando de esporte, um negócio que estava comentando anteontem com o meu irmão: Ok que, no pré-olímpico de futebol, a Seleção salto-alto não teve competência para se classificar para a Olimpíada de Atenas. Mas por que a América do Sul, a maior ganhadora de Copas do Mundo da história, tem apenas duas vagas para os Jogos, a mesma quantidade que o resto da América (que vai levar México e Costa Rica), enquanto que a África, por exemplo, tem quatro vagas (vai levar Tunísia, Marrocos, Gana e Mali)? Gente, vão para Atenas a Austrália, o Japão, a Coréia e, pasmem, até o Iraque, e o Brasil não!
Essa vergonha não é só nossa, também é devida a uma Confederação pouco comentada, mas que tem sido de uma incompetência monstruosa em todos os aspectos ao tratar dos interesses do países membros: estou falando da Conmebol, a Confederação Sul-Americana de Futebol. A mesma que não consegue trazer Copas do Mundo para a América do Sul há muito tempo, a mesma que deixou suspender a tradicional seleção do Chile por duas Copas (por causa do episódio grotesco no qual o goleiro Rojas simulou ter sido atingido pela fogueteira, alguém ainda se lembra disso?), a mesma que (com a “ajuda” das federações nacionais) não consegue promover o futebol sul-americano mundialmente nem perto do que acontece com o europeu, por exemplo.
Lembrei disso porque vi acontecer uma vibrante Eurocopa em Portugal que, mesmo dando zebras na final, repercutiu mundialmente e teve a presença dos principais craques europeus. E aí, uma semana depois inicia-se uma melancólica Copa América, onde as principais seleções levam o time B, e com fraca repercussão da mídia global. O que a Conmebol fez para mudar isso? Acho que nada...
Coloco sim grande parcela de culpa na Conmebol pelo Brasil estar fora da Olimpíada. Poderia ter lutado por mais uma vaga, ou poderia, por exemplo, ter unido todas as Américas numa elinatória só. No Basquete, por exemplo foi assim (ironicamente, se, no basquete, houvesse duas vagas reservadas para a América do Sul - cujo campeonato acabamos de ser vice-campeões - também não teríamos sido eliminados num pré-olímpico com a presença dos fortes EUA e Porto Rico)
Enfim, se essa Confederação lamentável tivesse lutado por mais uma vaguinha para a América do Sul na Olimpíada, estaríamos lá, levando nossa camisa, nossos craques (incluindo talvez, Ronaldinho, Ronaldinho Gaúcho), para a alegria dos gregos e de todos os amantes mundiais do futebol (e por que não?, dos patrocinadores também).
Escrito por Vladimir às 15h16
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Canto do Vladimir
Perfil
Nome: Vladimir Batista
Idade: 37
Nasceu: Goiás
Mora: Rio de Janeiro
email: vladimir.batista@gmail.com
Conteúdo
Blog de Vladimir Batista, 37, sobre cinema, curiosidades (etimologia (origem das palavras), dicionário, cultura inútil, rankings (top10, top5,...)), música, TV, literatura, minhas criações (letras, poemas, contos, romances, novelas, roteiros de cinema, argumentos), atualidades, minha vida, etc...
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Histórico
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